por Leandro "Euro"
Cheguei bem cedo por lá (por volta de 17h30) e já estava rolando uma mesa de Race for the Galaxy com expansão, da qual participavam Victor, Warny e Filipe. A partida foi vencida pela lenda do jogo por estas bandas: Warny.
Partimos então para o Egizia, que parece ser o xodó das mesas cariocas em 2010. Eu e o Filipe ainda não havíamos experimentado o jogo, enquanto Warny e Victor já estão carecas de jogá-lo (rs). No início do jogo, os três abriram uma vantagem enquanto eu amargava diversos pontos negativos por não ter conseguido alimentar meus trabalhadores por duas rodadas consecutivas (numa delas, graças a uma cubreada vergonhosa do Warny... rs). O jogo prosseguia com Warny e Victor pegando muitas cartas e pontos de vitória com a esfinge, enquanto o Filipe construia bastante nos monumentos e eu tentava, do jeito que dava, me recuperar da porrada inicial,. A partida terminou com vitória do Warny, seguido de perto pelo Victor e por mim (numa bela arrancada final). O Filipe acabou ficando um pouco para trás no último turno. Enfim, é um jogo fantástico, com um ótimo custo/benefício e múltiplos caminhos para vitória. Gostei bastante.
Já com mais gente na casa, o pessoal se dividiu e foram abertas mesas de Steam Barons, Automobile, Macao e um Goa. Só jogaço.
Fui para mesa do Barons junto com Caldas, Brás, mais dois camaradas, que não lembro os nomes, e a Camila(desculpas àqueles que tiveram os nomes esquecidos). A partida rolou no mapa americano (sem a restrição dos portos e com número fixo de trilhos por turno). O jogo começou um tanto embolado, com algumas companhias brigando por espaço no centro-leste do tabuleiro. O jogo ficou relativamente equilibrado por um tempo, com as duas companhias que estavam do outro lado das montanhas se desenvolvendo mais devagar devido a pequena quantidade de bens restantes nas cidades por elas conectadas.

Foi então que uma pequena confusão sobre as regras ocorreu (parece que uma regra foi erroneamente explicada) e tivemos que chegar a um acordo, decidindo salvar uma das companhias que iria falir naquela rodada (deixando seu marcador no 0). A partir daí, houve uma mudança radical no panorama da partida. Com a escassez de bens no tabuleiro, três companhias tinham boas perspectivas (entre elas a quase falida), enquanto outras três estavam fadadas ao esquecimento. Ponto para o amigo do Caldas, que detinha maioria absoluta da "quase-falida" e utilizou muito bem a parte sem marcação do tabuleiro para fazer entregas muito boas na parte final da partida. Também fiz uma boa administração da companhia verde, que ficou quase todas as rodadas na liderança do Performance Track, porém, como suas ações ficaram bastante diluídas entre os jogadores, nem eu consegui me aproveitar muito deste progresso. No fim do jogo, a partida foi facilmente vencida pelo amigo do Caldas. Com uma boa disputa entre mim e o Caldas, ele acabou abocanhando o segundo lugar. Fomos seguidos, a uma certa distância, pelo Brás em quarto e pelo outro camarada em quinto. A Camila ficou na lanterna. Enfim, foi outra ótima partida, que serviu para consolidar a posição do "Barons" no meu Top 5.
Não sei direito quem jogou os outros jogos, até porque estava entretido nos trenzinhos e também porque muitos novatos têm comparecido nas jogas do Spaguetti e é difícil gravar todos os nomes. Daí, fico devendo a composição das outras mesas. Só me recordo que o Victor e o Warny participaram da mesa de Macao e o Daniel "original" da mesa de Goa.
Pra fechar a noite, ainda rolou uma partida de Modern Art, da qual participamos eu, Caldas, Brás e o amigo do Caldas (que não lembro o nome). Foi a learning session dos dois, que ficaram em terceiro e quarto lugares, respectivamente. O destaque foi a diferença do placar do vencedor para o segundo colocado: 464 para mim e 462 para o Caldas. Vitória suadíssima e mais uma boa partida deste jogo que gosto bastante.
P.S.: Report editado após a postagem da Camila.